Fui numa festa na sexta. Uma festa GLBT (isso, de gay).
Nessas festas, eu geralmente me empolgo mais. Dos motivos:
1º - Tratava-se de uma festa em que eu podia rebolar sem correr o risco constante de passarem a mão na minha bunda, me agarrarem ou similares.
2º - É de música pop. E MÚSICA POP É TUDO DE BOM!
3º - É um ambiente que agrada muito aos olhos, porque as bixas se vestem bem e têm noção do tamanho do seu próprio corpo, ao contrário dessas baladinhas black em que vemos os caras (cruzando os praços acima da cabeça num tributo ao "yo") com camisetas XG, jeans 48 com um cadarço segurando (PUTA QUE PARIU, CADARÇO SEGURANDO AS CALÇAS É O FIM DA VÁRZEA) e aqueles tênis de andar na neve.
4º - Gay dança muito. GAY DANÇA MUITO, CARA.
E essa festa teve algo de especial (um "plus" a mais *hehe* ). Eu soube que alguém elogiou a forma que eu danço. Gay dança muito! Alguém que dança muito elogiou a forma que eu danço! Tô passada. Tô bege. Tô me achando uma Coca gelada no deserto.
13 de julho de 2009
7 de julho de 2009
6 de julho de 2009
Do Título
Pô, que coisa! Não tenho talento pros títulos! A redação tá linda, chego a chorar tamanha a obra literária (com uma pequena Megalomania *Expressão meio contraditória: "pequena" e "megalomania" unidas e querendo dizer uma coisa em comum. Tudo pode acontecer, meu povo.*)...
E o título??? E o arremate??? Postagem sem título é como moça sem dote, é como iaiá sem ioiô! Há quem diga que se põe título depois de desenvolver o texto. Há quem diga que se bola um mega-ultra-power-über-título, depois a criatividade corre solta.
Aliás, falando em criatividade, o Saci Pererê tem me visitado ultimamente. É o tempo de a luzinha se acender no meu cérebro, ligar o PC ou pegar algo pra escrever e lá vai ele capengando com a minha idéia na mão.
E o título??? E o arremate??? Postagem sem título é como moça sem dote, é como iaiá sem ioiô! Há quem diga que se põe título depois de desenvolver o texto. Há quem diga que se bola um mega-ultra-power-über-título, depois a criatividade corre solta.
Aliás, falando em criatividade, o Saci Pererê tem me visitado ultimamente. É o tempo de a luzinha se acender no meu cérebro, ligar o PC ou pegar algo pra escrever e lá vai ele capengando com a minha idéia na mão.
5 de julho de 2009
É velha mas é boa
O aniversário dela estava chegando; então, como compreendia a doce e ecoosa sinfonia do cérebro masculino, foi logo soltando:
- Amor, meu aniversário está chegando e quero um presente bem legal. Vou te dar uma pista: vai de zero a cem em menos de cinco segundos, e pode ser de qualquer cor.
No dia do aniversário a mulher encontrou um pacote no quarto com uma balança de banheiro cor de rosa, novinha.
Ah, a propósito, o marido continua desaparecido.
- Amor, meu aniversário está chegando e quero um presente bem legal. Vou te dar uma pista: vai de zero a cem em menos de cinco segundos, e pode ser de qualquer cor.
No dia do aniversário a mulher encontrou um pacote no quarto com uma balança de banheiro cor de rosa, novinha.
Ah, a propósito, o marido continua desaparecido.
Sem Título (se bem que "Sem Título" já é um título, apesar de estar afirmando que a postagem não tem título, mas no fim das contas, já que está pelo
menos informando algo, nem que seja que a postagem não tem título, pode ser considerado um título. Fato, este, que desmente o próprio título que diz que a redação é sem título e, no entanto, é com título. Vamos, então, mudar para "Com Título que não informa Nada" ou "Com Título Inútil" ou similares. "Similares" me parece bom.)
Esqueci.
Similares
Esqueci.
4 de julho de 2009
O Calcanhar de Aquiles
Quando falo em mulheres, estou me referindo ao ser mais incrivelmente interessante da face da Terra. Começando pelo aspecto físico, a escultura de um corpo feminino desconcerta a qualquer um. Cabelos, formato do rosto, gestos sublimes, curvas arredondadas, tudo. Mas o que vemos quando olhamos para uma mulher se torna insípido quando comparado à complexidade da mente e do espírito dessa criatura. Enfim, espero ter sido bem clara quanto à minha idolatria por mulheres.
Até aqui.
Existe, porém, um fator desarmonizador: o homem. Quando o homem entra na jogada, QUALQUER MULHER VIRA UMA IDIOTA. É incrível, acho que os homens são nossas criptonitas; sugam a nossa inteligência e perspicácia num estalar de dedos. Quem é mulher certamente um dia já ficou com cara de tacho diante de um lindo maxilar ou ao escutar uma voz de travesseiro.
E não pára por aí.
Homens são volúveis. É muito difícil fazer um homem ficar interessado em você por muito tempo. Eles enjoam facilmente, mesmo que você seja a mais saborosa e maravilhosa Gisele Bündchen do mundo. Isso faz com que qualquer mariazinha se torne uma rival em potencial. A conseqüência dessa volubilidade é simples: as mulheres de todo o mundo estão eternamente condenadas a ser rivais. Pode parar pra observar: no fundo, todas elas procuram incessantemente por defeitos na outra. Elas se tornam seres de alma pequena, ardilosas e ridículas.
Essa discrepância faz com que pareça que eu estou falando de duas coisas diferentes, e estou mesmo: as mulheres, e as mulheres com relação aos homens. Ah, eu odeio eles.
Até aqui.
Existe, porém, um fator desarmonizador: o homem. Quando o homem entra na jogada, QUALQUER MULHER VIRA UMA IDIOTA. É incrível, acho que os homens são nossas criptonitas; sugam a nossa inteligência e perspicácia num estalar de dedos. Quem é mulher certamente um dia já ficou com cara de tacho diante de um lindo maxilar ou ao escutar uma voz de travesseiro.
E não pára por aí.
Homens são volúveis. É muito difícil fazer um homem ficar interessado em você por muito tempo. Eles enjoam facilmente, mesmo que você seja a mais saborosa e maravilhosa Gisele Bündchen do mundo. Isso faz com que qualquer mariazinha se torne uma rival em potencial. A conseqüência dessa volubilidade é simples: as mulheres de todo o mundo estão eternamente condenadas a ser rivais. Pode parar pra observar: no fundo, todas elas procuram incessantemente por defeitos na outra. Elas se tornam seres de alma pequena, ardilosas e ridículas.
Essa discrepância faz com que pareça que eu estou falando de duas coisas diferentes, e estou mesmo: as mulheres, e as mulheres com relação aos homens. Ah, eu odeio eles.
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